e sem medo nem dò nos destruímos
se morremos em tudo o que sentimos
e podemos cantar è porque estamos nus
em sangue embalado a própria dor em
frente às madrugadas do amor quando
a manhã brilhar refloriremos e a alma
possuíra esse esplendor
prometido nas formas que perdemos
aqui depostas enfim a minha imagem
tudo o que è jogo o que è passagem no interior das coisas
canto nu aqui livre sou eu da lua e os jardins os gestos recebidos
e o túmulo dos gestos pressentidos
aqui sou eu em tudo quanto amei não pelo meu ser
que sò atravessei não pelo meu rumor que sò perdi

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