dos nossos corpos e a minha boca idolatra
o teu pólen atè florir de novo e o teu corpo
repousa baixinho em cetim os frutos se desfazem
na boca
todos os dias se assiste como se de um milagre
se tratasse ao nascer do dia um cão ladra e o sino da
igreja toca
e a passagem de um comboio conside com estranha
frequência
a noite as pedras recolhem ao interior do poço
là longe ardem

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